Como círculos de poeira ou figuras ligeiras
Um remoinho forma em sorvedoura voragem
lágrima escorrida da dor de um poeta
que sonhava amar uma flor trigueira...
buscava alegria e plantava amor
regava com mimos, sonhos lusórios,
sorvedoura flor candura onde estas....
se não te encontro em meus braços e abraços
por que me procuravas e agora me torturas !
com esse sorriso plácito ?! em realidade ou em sonhos
não me procuras, não me iludas ... nunca mais.

Nenhum comentário:
Postar um comentário
Por Favor deixe seus comentarios, sugestões e Críticas CONSTRUTIVAS, pelo que lhes agradeço antecipadamente.
Please do not hesitate to contact me by e.mail !
Merci pour vottre visite a notre blog !